Inauguramos a sessão highlights, que irá mostrar os melhores momentos de vários lutadores espalhados pelo Brasil. Se você tem um highlight e quer divulgar seu trabalho nos envie com suas principais informações. Também caso deseja ter um highlight altamente profissional para uma melhor visualização do seu trabalho, entre em contato para saber como produzir juntamento conosco e a HIGHLIGHT productions um video de qualidade em edição. - contatomtbs@gmail.com _________________________________________________________________________________ E para começar contamos com um highlight do atleta Julio Lobo, representante da equipe Bravo Team morador do Litoral de São Paulo. Quanto tempo de treino? - 4 anos e 10 meses Qual equipe representa? - Bravo Team Quantas lutas? - 19 / 15 vitórias e 4 derrotas Qual seu maior sonho? - Ir a Tailândia treinar e lutar Qual seu(s) ídolo(s)? - Cosmo Alexandre, Kem Sitsongpeenong e Saenchai
Um evento promissor que cresce a cada edição o Thai Kids, vem pra mais uma edição. Pra quem acompanha pode ver a evolução, sempre dentro dos patrões tradicionais vem cada mais mais se consolidando como uma fábrica de talentos. Uma grande oportunidade para os jovens lutadores do Brasil, por que eventos assim e tão bem organizados e comprometidos a realmente auxiliar, promover e dar esperança a um atleta são raros. No Brasil eventos assim dificilmente são encontrados, que realmente irão preparar jovens talentos para um futuro e o Thai Kids vem fazer esse papel de lapidador dentro de um esporte que entre os jovens é muito pouco conhecido. E por isso que o foco principal é dar oportunidade além de acrescentar experiência a quem está começando e também mostrar que o Muay Thai é acessível a qualquer idade e para isso basta apenas iniciar. O Thai Kids é um evento que vem para contribuir ainda mais para o Muay Thai no Brasil com a ideia de começar a regar desde cedo os frutos de algo que no Brasil cresce a cada dia. E além de tudo isso, poder dar novos rumos a jovens em tempos tão caóticos vai além de esporte é como se fosse uma espécie de trabalho social. Tudo tem um começo e o Thai Kids é uma enorme porta para esse começo, por isso é importante que aos que estão trabalhando direto ou indiretamente com o Muay Thai apoie e participem.
Mas também além de ser um evento que da oportunidades o Thai Kids não se "auto sustenta", por isso precisa de apoiadores e patrocinadores, e para que essa realidade seja a realidade de muitos outros precisam de pessoas, empresas que estejam caminhar lado a lado com essa proposta inovadora e também para incentivar a outras a acreditar no futuro do esporte. O Thai Kids acontece dia 8 de dezembro e contará com um super GP 57 kilos que conta com grandes nomes do cenário nacional. Apoie valorize o esporte contribua para que isso aconteça mais e mais vezes que jovens e crianças possam levar o nome da nossa bandeira a outros continentes e poder viver desse esporte.
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"Se seus sonhos são pequenos, sua visão será pequena, suas
metas serão limitadas, seus alvos serão diminutos, sua estrada será estreita,
sua capacidade de suportar as tormentas será frágil. Os sonhos regam a
existência com sentido. Se seus sonhos são frágeis, sua comida não terá sabor,
suas primaveras não terão flores, suas manhãs não terão orvalho, sua emoção não
terá romances. A presença dos sonhos transforma os miseráveis em reis, faz dos
idosos, jovens, e a ausência deles transforma milionários em mendigos faz dos
jovens idosos. Os sonhos trazem saúde para a emoção, equipam o frágil para ser
autor da sua história, fazem os tímidos terem golpes de ousadia e os derrotados
serem construtores de oportunidades.
Sonhe!
Augusto Cury"
O autor Augusto Cury nesse pequeno trecho de um de seus
livros de uma bela definição do que podemos chamar de “sonho”. Somos pessoas
muito individuais, mesmo convivendo com milhares de outros seres a nosso redor
diariamente transitando no em nosso caminho, somos pessoas que vivem mundos
individuais e com isso criamos expectativas, focos e sonhos particulares que
sempre fará muito mais sentido para nós mesmo do que para os outros e isso se
encaixa a todo mundo, as pessoas podem até entender e te apoiar, mas nunca vão
sentir a intensidade que você próprio sente.
Tainã Santos Duarte não é diferente, a jovem lutadora de São
Vicente com apenas 22 anos poderia ser igual à maioria das meninas de sua idade,
mas não, URSA como é conhecida, tem um sonho que lápida diariamente um sonho
que pra alguns como ela mesmo diz, pode ser loucura, mas para ela é o
combustível de sua vida.
Ser lutador não importa a modalidade, do sexo feminino que
infelizmente ainda é um universo muito machista e de uma modalidade pouco
conhecida e expandida como é o Muay Thai torta o caminho ainda mais árduo, mas
ursa, como uma ursa, vence os desafios encontrados, creio que esse apelido seja
fruto de sua personalidade focada sempre e muito direta mais que na verdade
mesmo esse apelido “ursa” vem da sua grandeza, vontade determinação e
imponência que vive atrás do seu objetivo.
“Muay thai é minha vida, preciso dele pra me sentir bem,
alguns me dizem que é um esporte ingrato, mas eu não ligo sou nova o suficiente
pra arriscar é meu trabalho”
Tainã que recentemente foi campeã do GP MANOP GYM realizado
em São Paulo no dia 25 de agosto ao derrotar a atleta de Sergipe, Tainã
conseguiu a tão sonhada bolsa e agora enfrenta mais uma batalha, a luta por um
patrocínio para ir à Tailândia.
Muitos sabem o quão árduo esse caminho, mas Ursa, mas uma
vez está determinada a conquistar o tão almejado sonho e conta com uma bela
estrutura seja de relacionamentos e o total apoio de sua equipe, e mesmo assim
os recursos financeiros são muito altos e para isso a luta agora é para ajudar
Tainã a conquistar um patrocínio.
No país do futebol pedir um patrocínio para uma modalidade
como o Muay Thai é complicado, mas o que importa aqui é avaliar o potencial
produtivo do atleta, às vezes precisamos sair da caixa, pensar de forma
inovadora para se destacar, do que adianta estar onde todos estão.
Por isso para que seu produto seja visionário é preciso
investir onde poucos estão dispostos a investir e dar alguém a oportunidade de
viver daquilo que ama e as
Sim fazer com que um grande mercado seja criando em torno de
algo tão desconhecido.
Tudo começa de um primeiro passo, se não tivesse a primeira
empresa investindo no futebol talvez ele não fosse tão popular.
Não importa a modalidade potencial não se encontra em
qualquer lugar muito menos em qualquer atleta, com conhece Tainã fica
evidente a sua paixão pelo esporte basta olhar nos seus olhos e ver como eles
brilham quando se fala sobre o assunto, o maior investimento que alguém pode
dar além do financeiro é o de poder fazer alguém viver daquilo que tanto ama, e
não tenha dúvidas nenhuma que não é preciso se quer algum tipo de cobrança que
o retorno é inevitável.
Dê o primeiro passo, arrisque-se e acredite oportunidades
não aparecem todos os dias, pessoas com a alma cheia de dedicação não caem do
céu e nem são criadas em laboratório são colocadas para brilharem sempre.
As vezes procuramos em diversas coisas um sentido da palavra coragem e determinação, ou a tal famosa expressão "coração", muitas vezes vamos atrás de videos motivacionais, daqueles que a pessoa não desiste nunca, vai até o final, não importa as adversidades, então a partir de agora, acrescente esse vídeo a sua lista de "motivação". Mas, veja reveja e triveja ( si é que essa palavra existe) mas não para ver e esquecer é para ficar guardado na memória.
O Atleta Robin, natural de Goiás, que está no campo ManopGym na Tailândia, recentemente fez uma luta no minimo histórica, no minimo!
Enfrentando um adversário visivelmente mais, muito mais pesado mas também visivelmente menos técnico, Robin, nos deu uma aula de coração, coragem, perseverança e acima de tudo muita, mais muita técnica. Sinceramente, é emocionante, Robin em momento nenhum, se abalou pelo seu adversário mais forte, em nenhum momento mencionou desistir até quando quando seu adversário aplicava golpes ilegais, fruto de quem está realmente abalado.
Mas Robin não lutou sozinho ao assistir o vídeo podemos ver o publico junto com o atleta sabendo da sua aparente "desvantagem", e como se não bastasse no quesito "sozinho" Robin ainda lutou junto com um corte que incansavelmente não para de sangrar, e como estamos falando da Tailândia, a luta transcorria normalmente, com apenas uma paralisação para estancar o sangue.
Mas sem adiantar muito, se você ainda procura situação para se motivar, assista essa incrível luta e entenda que podemos ser maiores que nossos medos e adversidades basta crer em si mesmo.
Parabéns ao Robin, digno de muito respeito e admiração por todos nós, que aqui no Brasil lutamos por um Muay Thai melhor, e que quando vemos brasileiros lá na Tailândia lutando de forma magnífica é resultado que temos pessoas sérias fazendo um trabalho honesto e profissional e com isso nos mostra que estamos no caminho certo.
Mas uma vez, parabéns pela incrível luta e demonstração de coragem, com certeza isso foi uma lição para muitas pessoas que se nos dedicarmos muito treinamos muito somos capazes de enfrentar nossos medos. E segundo o próprio atleta, isso é fruto de um trabalho duro e sério do seu professor Jefferson Mendanha ( Monge ) que sempre o colocou com atletas mais fortes para ele lutar.
Phetjee Jaa O. Mee Khun nasceu na província de Sisaket no nordeste da Tailândia (Isan) em 31 de dezembro de 2002 (Thai: 2544), a caçula de três filhos. Quando tinha 7 anos de idade, ela foi inspirada por seus dois tios (os irmãos mais novos de sua mãe) e ela queria ganhar dinheiro para sua família lutando Muay Thai. Ela foi clara sobre isso desde o início - ela queria trabalhar como um lutadora de Muay Thai. Seus pais estavam apreensivos, mas decidiu deixá-la tentar depois que ela pediu seu pai para lhe dar uma chance. Sua primeira luta foi contra um menino, no Estádio Mongbondaeng em Chonburi. Phetjee Jaa perdeu a luta e recebeu apenas 400 baht (US $ 13 USD) para a bolsa e os pais dela achava que ela tinha tentado isso e não queria mais lutar. Mas Phetjee Jaa insistiu em continuar e seus pais a apoiaram. Ela e seu irmão mais velho Mawin queria treinar e lutar. Após 5 lutas Phetjee Jaa encontrou uma academia para treiná-la, o ginásio Toyota em Rayong. No entanto, após um ano de treinamento lá, Phetjee Jaa soube que eles apoiavam muito lutadores do sexo feminino. E foi então que o seu pai decidiu investir na construção de uma academia em sua casa para Phetjee Jaa e seu irmão Mawin. Era uma despesa considerável, custando cerca de 10 mil Baht, além disso a família precisaria comprar um caminhão para transportar os lutadores para as lutas. O pai das crianças se tornou seu treinador, desenvolvendo suas habilidades no ginásio família chamada Mee Khun, que significava Muitas obrigações e Phetjee Jaa começou a lutar por todas as províncias do Nordeste e do Sul, ganhando experiência e um nome para si mesma. Phetjee Jaa havia lutado com mais de 20 meninas e mais de 70 meninos. Ela também é uma assídua estudante. Ela vai para a escola aos fins de semana, embora ela e seu irmão são lutadores profissionais, o seu salário já consegue ajudar a sua familia, o nome e a fama de Phetjee Jaa são maiores e sua "fila de luta" é constantemente cheia, permitindo que lute 3-4 por mês e ganhando uma média de 30 mil Baht, além de indicações de lutadores. A maior parte desse dinheiro vai para os custos de diárias, bem como despesas de viagem (pagamentos no caminhão, gás, etc). O nome e a reputação da Phetjee Jaa cresceu e ela agora é conhecida toda a Tailândia. Ela recebe ofertas dos ginásios para vir morar e treinar com eles e lutar sob seu patrocínio, mas a mãe de Phetjee Jaa explica que ela não quer que sua filha seja pressionada pelas obrigações contratuais que vêm com a assinatura de um ginásio fora o da família. (É interessante notar que Phetjee Jaa poderia ganhar mais a partir de suas bolsas de luta com a gestão de um grande ginásio, certamente, permitindo-lhe continuar a sustentar a família, e isso não é apenas uma questão de quem está a gerir / lucrar com o trabalho / fama.) Ela é uma filha obediente e trabalhador. Ela leva 2 dias de descanso depois das lutas e, em seguida, retoma sua programação de treinamento regular de imediato. Ela corre 10 km a cada dia e pula corda treina todos os dias no período da manhã e à noite com a escola no meio. Seus pais estão muito orgulhosos dela e falam muito de sua ausência e do medo de a lesão ou cansaço. A comunidade do Muay Thai tem orgulho dela também. Samart Payakaroon, um dos mais famosos lutadores de Muay Thai dos tempos modernos, fala muito com ela, reconhecendo sua habilidade e coração, assim como ele diz que ela é como homem de peito largo ("homem com três cotovelo a ponta do dedo medidas "), o que significa dizer que ela é - aos 11 anos já - o que representa a masculinidade e a honra de Muay Thai. Phetjee Jaa não falta para as lutas e aos 11 anos tem mais de cem lutas. Não há dúvida de que ela vai representar uma nova possibilidade para as mulheres no Muay Thai, como ela já está fazendo exatamente isso. Ela espera continuar lutando para sustentar sua família e tem como objetivo lutar nas Olimpíadas (boxe ocidental). A minha esperança é que as oportunidades e realizações do Phetjee Jaa permaneçam desobstruídas por sua singularidade e que, como seu corpo pouco sexuado a menina desaparece, ela não se resigne com limitações pré-existentes com ela.
Somo um pais movidos a futebol, carnaval e muitas outras
coisas boas e ruins que temos que carregar na nossa história e nossa reputação.
Quando uma criança nasce, a primeira coisa que lhe é dada
antes mesmo do nome é o um time para torcer, isso vem de gerações e gerações até
mesmo entre os menos fanáticos e futebol é sempre o assunto da vez, como as
velhas piadas sobre sogras.
Dentre toda essa massa cultural do esporte futebol, se torna
cada vez mais difícil outro esporte atrair alguém, principalmente um esporte de
contato como o Moyá Thai.
Mas isso também, é muito culpa do mau investimento e da má
apresentação do esporte, o estigma ruim que o Muay Thai no Brasil carrega há
anos, as lendas, as ficções os monstros as técnicas infalíveis de chutes a placas
de trânsito e rolinho nas canelas, tudo isso manchou a história do esporte,
fora outras coisas mais bizarras ainda que mesmo em pleno século 21, avanço
tecnológico existe pessoas “professores” que estão por ai deteriorando a imagem
do esporte aqui no nosso pais, mas ai é outro caso.
Dentro tudo isso, pensamos como cativar as crianças para o
nosso esporte?
O que é preciso para mostrar que ela pode sim, ter um futuro
dentro do Muay Thai, como apresentar isso como forma de carreira. Muitas dessas
perguntas partem do principio, do chamado apoio de incentivo, ou seja, é
preciso criar uma idéia de mercado, para dar às crianças a oportunidade de ver
algo lá na frente.
Vivemos em tempos modernos, hoje as crianças 8, 9, 10 anos
por ai, já tem celular, sabem mexer no computador, elas já nascem com a
informação estampada na sua cara, e é claro, automaticamente crescem muito mais
atentas ao que acontece ao seu redor.
Na Tailândia a questão de se começar cedo, é muito além de
colocar um filho na “academia” é uma questão de sobrevivência o futebol deles é
o Muay Thai, então isso teoricamente fica mais fácil, pois eles vêem ali uma
forma de sobreviver e sustentar a si e a família, mas aqui no Brasil a
realidade é muito diferente, uma criança sem expectativa, vai jogar bola nos
campinhos por ai, não vai procurar uma academia para treinar e se procurar,
dificilmente vemos portas abertas com treinos para crianças de baixa renda.
Então, que o falta para isso realmente evoluir é sair da
questão burocrática e apostar no futuro disso, é não ficar esperando que as
coisas aconteçam que uma empresa grande apóie mas que começamos de nós mesmos a
formas essa visão para a sociedade que está ai, estagnada com as mesmas coisas.
Começar de pequeno, do começo, creio que seja a coisa mais
prazerosa para um professor, pegar dos primeiros passos e dar aquela criança
uma outra visão do mundo é mais que gratificante.
Seremos realistas, dificilmente iremos chegar nos patrões
tailandeses mas, se começarmos a olhar mais por essa ótica, poderíamos colher
muitos frutos por ai, quantas crianças que estão por ai, esperando essa
oportunidade, nossa, com certeza, são muitas.
O nosso esporte tem muito a oferecer a esse pais, podemos
nos tornar uma grande potência, temos isso no nosso DNA apesar de todas as
outras famas, somos também sonhadores e não desistimos facilmente. Precisamos
entender, matéria prima temos, agora o que precisamos é mexer a massa.
Um dos grandes projetos que acontecem aqui na nossa região é
o Thai Kids, idealizado pelos lideres e alunos da CTC, é uma grande porta,
tanto de garimpagem de talentos como de abertura de portas.
Creio que seja uma das maiores oportunidades que
investidores posso ter em suas mãos, apoiar um evento com um nível técnico
apurado e que é apenas voltado para crianças, é uma fonte de ouro.
Então, que essa caminha continue que mais e mais pessoas
vejam isso uma forma de ajudar e crescer, que mais de nossas crianças conheçam
o Muay Thai para que elas mesmas um dia, estar sendo gratas por tudo que ele
proporcionou a eles.
Carlos Roberto Santana de Oliveira mais conhecido como Formiga, nascido em 28/08/93 Natural de Santos – SP. Quem não conhece pessoalmente o Formiga, não sabe da simplicidade e humildade que ele tem, além disso tudo muito carregado a muita disciplina e talento, um trabalho que foi lapidado em meio a muitos desafios e dificuldades, os frutos estão nascendo, crescendo e sendo colhidos aos poucos e cada vez mais Carlos Formiga vem crescendo e crescendo dentro do Muay Thai.
"Outro dia, vi uma formiga que carregava uma enorme folha.A formiga era pequena e a folha devia ter, no mínimo, dez vezes o tamanho dela.A formiga a carregava com sacrifício.Ora a arrastava, ora a tinha sobre a cabeça. Quando o vento batia, a folha tombava,fazendo cair também a formiga.Foram muitos os tropeços, mas nem por isso a formiga desanimou de sua tarefa.Eu a observei e acompanhei, até que chegou próximo de um buraco, que devia ser a porta de sua casa.Foi quando pensei: “Até que enfim ela terminou seu empreendimento”.Ilusão minha. Na verdade, havia apenas terminado uma etapa.A folha era muito maior do que a boca do buraco, o que fez com que a formiga a deixasse do lado de fora para, então, entrar sozinha.Foi aí que disse a mim mesmo: “Coitada, tanto sacrifício para nada”.Lembrei-me ainda do ditado popular: “Nadou, nadou e morreu na praia.”Mas a pequena formiga me surpreendeu.Do buraco saíram outras formigas, que começaram a cortar a folha em pequenos pedaços.Elas pareciam alegres na tarefa. Em pouco tempo, a grande folha havia desaparecido, dando lugar a pequenos pedaços e eles estavam todos dentro do buraco.Imediatamente me peguei pensando em minhas experiências.Quantas vezes desanimei diante do tamanho das tarefas ou dificuldades?Talvez, se a formiga tivesse olhado para o tamanho da folha, nem mesmo teria começado a carregá-la. Invejei a persistência, a força daquela formiga."
Comecei a treinar aos 15 anos com uns amigos para conhecer o
esporte e gostei.
Meus amigos que começaram comigo pararam e eu continuei.
Depois de um mês, surgiu meu 1º problema, meu pai não gostava
que eu treinasse, dizia ser um esporte muito violento e que não tinha condições
de pagar a mensalidade.
Pra não parar de treinar, comecei a trabalhar na farmácia
como entregador, e isso
foi o que ajudou por um tempo a pagar o Muay Thai e pude
também passar a contribuir
nas despesas de casa.
A cada dia que passava, sentia que aquilo era o que eu queria
pra mim, só que precisava
treinar mais já que
não conseguiria ser um Nak Muay (lutador de Muay Thai), treinando
apenas 2 horas por dia. Foi quando meu Mestre Alex Cobra percebeu a minha vontade e
me ofereceu trabalho no CTC (Centro de Treinamento Cobra) com algumas tarefas, podendo
assim continuar a treinar e a ajudar minha família.
Até que chegou o grande dia, minha 1ª luta em 28/11/11. Tinha
15 anos, 60 quilos, foi aí que senti
o gosto da vitória, a
força de uma equipe e tive mais certeza que estava no caminho.
De lá pra cá, vieram muitas lutas. Neste tempo todo, desde que comecei, tive que encarar vários
oponentes também muito preparados, obtendo muitas vitórias e ganhando muita
experiência, inclusive tive uma
oportunidade que eu sonhava más achava impossível realizar,
diante das minhas condições
financeiras, foi quando meu Mestre Alex Cobra me levou pra
Tailândia em 2.012 e aí tive o
privilégio de treinar direto na fonte com os tailandeses.
Recentemente, no dia 26/06/13, fui convidado pela FEPLAN para
participar do GP
“ IX Desafio Profissional de Muay Thai” com regras
tradicionais que são minha especialidade,
pois a minha equipe treina desta forma, dentro das regras
tradicionais e com a graça de Deus
e a ajuda da minha equipe, me consagrei campeão das 3 lutas
na mesma noite, por decisão
unânime em todas elas.
Nossos treinadores e a equipe de atletas CTC, tentam fazer o
trabalho mais próximo do que são os treinamentos na Tailândia que é onde surgiu
esta arte marcial, nos preocupamos em preservar ao máximo as técnicas e
disciplina desta modalidade.
Na minha trajetória como atleta e Muay Thai, até o momento
tenho entre lutas amadores e profissionais 21 Lutas, 18 Vitórias 10 KO 3
Derrotas, entre elas foram 06 internacionais entre Tailândia, Malásia e Irã.
Quero agradecer a oportunidade que a M.T.B.S esta me dando e dizer
a todos que treinam muay thai e sonham em viver do esporte continuem
acreditando, treinando e buscando conhecimento sobre o esporte que um dia esse sonho vira realidade o que
parecia impossível esta acontecendo na minha vida, tbm gostaria de agradecer a
todos meus patrocinadores e a minha equipe
abraços.